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Archive for setembro \30\UTC 2011

Sou borboleta e me acho pronta, sem sequer ter aberto as asas pela primeira vez.

Sou borboleta e me enrosco no casulo, e fecho os olhos bem fechados para não ver a luz lá fora.

Sou borboleta e deixo as minhas antenas bem enroladas, bem guardadas, para não sintonizar nenhum burburinho sequer desse mundo lá fora. (mais…)

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 Poema de Boris Vian (Tradução de Ruy Proença)

 Extraído do livro:

Kehl, Maria Rita. O tempo e o cão – a atualidade das depressões. São Paulo: Boitempo, 2009. (mais…)

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Meu pai…

Como me dói você ter partido antes de me ver bem-sucedida, realizada, e mais tudo aquilo que você sonhou que eu pudesse conquistar um dia e chamar de felicidade. O sentimento que me fica é o mesmo que tem alguém que assiste um filme que se acaba de repente no melhor da cena, e aí ninguém sabe o que acontecerá depois…. uma sensação de história interrompida… vida rasgada, sem seqüência. (mais…)

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Amigos, este quadro eu pintei em três tempos ao longo do período de sofrimento do meu pai até seu falecimento. Eu o terminei ontem, 15 dias após o sepultamento, assinei com a data de seu falecimento 31/08/2011, e dei o nome de “Chlores” (um neologismo que apareceu durante uma das minhas sessões de terapia, um brilhante ato falho do analista). Ainda não chorei toda a dor que sinto! Por isso choram flores (Chlores) com seus orvalhos coloridos que não brotam de meus olhos petrificados de dor.

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Não tenho forças para falar tudo o que gostaria, mas deixo registrada a minha tristeza pelo falecimento do meu pai após um período de muito sofrimento.

Porém não posso deixar de contar o que vi durante todos esses meses da doença dele. (mais…)

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