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Archive for the ‘Minha alma, minha memória’ Category

Muda cabelo, muda jardim, muda… ainda muda!

Tempos de mudança porque é gritante o mudismo.

Unhas sujas de terra, cabelo, roupa, chão, onde pode e onde não. (mais…)

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O que se passa? Para ti nunca houve escuta! Silenciado, amargou-se de fel seu coração.  Gritas por tudo, gritas com todos… mas tantos decibéis não lhe adoçam a alma porque aquele de quem esperava escuta já não há… Buraco vazio, ressonância da violência da palavra arrancada da alma antes que virasse verbo… eis o que lhe resta… é só o que há! Tantos rostos existirão para encarnar o seu martírio, mas é infinito… para teu mal não há cura e para teu mau tanto menos! (mais…)

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Papai tão querido, quase um ano de sua partida e passamos o primeiro dia dos pais sem você. A emoção e a saudade transbordam em meu peito que vive entre a dor e o consolar. Na minha simplicidade fiz-lhe esse bouquet de primaveras vermelhas, galhos que apanhei lá em casa dessa planta que é cartão postal do lar em que você viveu tantos anos.   (mais…)

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– Dr. não consigo respirar, estou doente dos pulmões… e pelo jeito a moléstia é grave!!!! Pois o peito chia que só vendo, e a tosse arranca até sangue das “grimpa”. (mais…)

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Que bom seria se nossos fardos e mazelas fossem meras maldições de criaturas das trevas e afins. Que bom seria se as bruxas das fábulas existissem, pois assim poderíamos caçá-las  à boa moda da inquisição e delas nos livraríamos juntamente com suas pragas e feitiçarias. (mais…)

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Outro dia li uma pérola do Millôr que muito me fez pensar. Dizia nosso querido Millôr: “Quando duas pessoas odeiam a mesma pessoa, têm a impressão de que se estimam.”

 Tantas vezes vi essa cena! Daí resolvi contar … e que venha como vier, nas palavras que aqui registro, mas sempre valendo a velha máxima “esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência!” (mais…)

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Nasce da tristeza profunda essas palavras… as (não) ditas cujas que aqui estão porque não encontram ouvidos e escuta, mas para que parem de rodopiar em minha alma devem ser expelidas… depo(i)s-itadas! (mais…)

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