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Archive for the ‘Minhas histórias’ Category

G era uma mulher, mas não sei se era uma mulher como outra qualquer. E também não sei o que é ser uma mulher como outra qualquer, pois acho que as mulheres não são tão iguais quanto a cultura tenta fazê-las parecer. Entretanto, não venho discutir cultura e sim contar a história de G. (mais…)

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Desde que Caim matou Abel, está inaugurada a inveja e o ciúme de um irmão capaz de matar aquele que é sangue de seu sangue. E quem pensa que são os mais velhos que invejam os mais novos está utilizando o critério de julgamento errado: não é a ordem de nascimento e sim a importância que os pais dão a determinado filho que inaugura a causa para tanto rancor. (mais…)

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Gostaria que fosse apenas ficção, mas não há meras coincidências com a realidade… Eu vi e testemunhei. Eu vivi e escrevinhei. Foi aqui mesmo nas bandas das Minas Gerais que conheci aquele povo. Eram três irmãos órfãos que se viram numa relação de grupo (família) desarranjada depois da morte do pai. Eu nem posso batizar de doença, aquilo era coisa pior: (mais…)

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Esta é uma história sobre pinto ou pintos ou mesmo falta de pinto!

Certo dia eu andava por aí, de pouso em pouso, e aterrissei numa pousada. Era daquelas antigas, do tipo meio albergue e meio casa de  família, do tipo pensão com banheiro coletivo, na qual todo mundo ouvia tudo de todos… ouvia, sentia o cheiro, e participava até sem querer. (mais…)

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Essa estória eu não poderia deixar de contar! Repete-se, repete-se e repete-se … e sempre haverá quem a repetirá na prática!

Decerto todo mundo já a viveu ou conhece quem a viveu (ou ainda vive)!

Pois que havia lá certo Papão que tudo e todos só sabia papar. (mais…)

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Esta é uma obra de ficção e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Quer dizer, pode ser uma mera coincidência, a menos que algum cabeçudo admita que lhe serve a carapuça, mas aí torna-se obra do cabeçudo e não minha! (mais…)

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Aysha escutava os gritos de seu irmão enquanto seu pensamento percorria sua vida inteira. A sensação que tinha era como se todos os acontecimentos dolorosos de sua vida estivessem se repetindo simultaneamente… passavam por seus olhos, ouvidos, boca, … pelo corpo todo, enfim, e muito mais. Havia algo em Aysha que se dissolvia… talvez a sua determinação em continuar inteira é que estivesse se desintegrando. Já havia um bom tempo que a moça sentia-se como se fosse uma planta desenraizada, sem chão, sem nada a que se agarrar, enterrar ou que pudesse enlaçá-la à vida. (mais…)

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