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Archive for julho \30\UTC 2011

Não sei quem inventou essa moda, mas sei que é coisa da civilização. Eu compreendo que seja necessário que evitemos falar tudo o que pensamos para conseguirmos uma boa convivência com as pessoas, e até concordo com isso, mas… Putz! Engolir essas palavras não ditas me adoecem! (mais…)

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A morte sempre foi o assunto da vez de quem está vivo, pois mesmo que um vivente se empenhe em não pensar que vai morrer um dia ainda assim ele está envolvido pela morte, algo como direito e avesso ao mesmo tempo, como a Banda de Moebius. (mais…)

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Karim era uma boa moça!… era inteligente, criativa, possuía muitos talentos, mas viver não era um deles.  A moça, ainda na flor da idade, estava se desprendendo… ou estaria sendo desprendida? Já não havia prazer algum naquele corpo que era obrigada manter, nutrir, higienizar e zelar; não havia mais sentido algum em qualquer coisa que se fizesse pensando em um futuro, pois não havia absolutamente nada que ela gostaria de colher lá, lá bem longe no tal de futuro. O que a segurava??? Laços? Só se forem de fita… e daquelas de cetim dupla-face que a gente dá o laço, mas ele se desfaz porque é feito de tecido escorregadio que nada o mantém atado. (mais…)

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Certa vez eu estava numa daquelas situações saia-justa e, na hora do desespero, improvisei! E aí saiu essa historinha que escrevi em meados de 2008.

        Era uma vez um garoto que morava em uma região muito seca, semelhante a um completo deserto. Nesse lugar, as pessoas mal conseguiam sobreviver e cultivar a terra, pois quase não havia água. (mais…)

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Escrever apenas pela tristeza, que não é riqueza nem tampouco obra da duquesa. (mais…)

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Quando Assim

Núria Mallena

Quando eu era espera,
Nada era, nem chovia, nem fazia;
Só senti que a calma, não acalma
Quando só há solidão. (mais…)

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